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domingo, 22 de julho de 2012
Perdi meu amor na balada: tiro no pé!
E eis que o mistério da Fernanda que o Daniel procurava foi esclarecido. Tudo não passou de uma ação da Nokia para divulgar um celular com câmera de 41Mpx.
A ação teve um belo poder de viralização e envolveu muita gente. Gente que acredita no amor. Gente disposta a ajudar. E aí veio a resposta de que era uma ação promocional. E as pessoas se sentiram enganadas. E reagiram negativamente à marca. O vídeo com o desfecho da estória de amor tem, até o momento desta postagem, 1.146 "likes" contra 3.343 "don't likes".
Fiquei aqui pensando: vale a pena envolver tanta gente para depois fazer com que se sintam enganadas? Acho que não! Sem querer me repetir, mas acho que do mesmo jeito que para engajar não precisa desmerecer ninguém, acho que para viralizar não precisa enganar ninguém.
Abaixo um exemplo sensacional de um viral de amor que deu certo. Que passou a mensagem sem enganar ninguém e sem causar rejeição à marca. Show de bola, Vivo! :)
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Jingles de Natal
Os jingles de natal fizeram muito sucesso no Brasil, encantando diversas gerações. Será que alguma empresa atualmente conseguiria lançar um jingle de natal que conquistasse um cantinho cativo na memória afetiva dos consumidores?
O link http://youtu.be/DNeZInLIJZU traz o jingle da Varig. No post aqui, eu lembrei do jingle do Banco Nacional.
Os tempos hoje são de virais e não de jingles, ok. Gostaria de ver um bom viral de Natal que ficasse na memória afetiva. Belo desafio para os publicitários de plantão, não?
O link http://youtu.be/DNeZInLIJZU traz o jingle da Varig. No post aqui, eu lembrei do jingle do Banco Nacional.
Os tempos hoje são de virais e não de jingles, ok. Gostaria de ver um bom viral de Natal que ficasse na memória afetiva. Belo desafio para os publicitários de plantão, não?
terça-feira, 3 de maio de 2011
TED aproveitando o melhor de cada um
Ideia genial essa! Imagina pegar um taxi com um motorista me contando sobre o TED em vez das tradicionais perguntas sobre o tempo ou sobre o meu sotaque! Mais uma prova de que podemos inovar e impactar recorrendo a elementos super simples e cotidianos.
Amei! E você?
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Um hare show de posicionamento e diferenciação
Descobri o Hareburger perto do Natal do ano passado, super por acaso. Estava com os amigos do MBA na praia de Ipanema, num finzinho de tarde tomando espumante (u-hu!!!) quando o Hare Cara apareceu.
Ficamos de papo com o Hare Cara, que se chama Rapha. E eu achei sensacional a proposta dele, uma verdadeira "empresa que encanta", portanto estou divulgando.
Rapha bolou uma ótima estratégia para posicionar os seus produtos. Ele não vende sanduíches na praia. Ele vende a "adaptação perfeita de alegria cósmica, sabor e saúde". Fala sério, isso é sensacional! Uma tiração de onda irada, super a cara da zona sul do Rio!
Pedi a Rapha que me mandasse um email explicando como surgiu a ideia e eis o Hareburger nas palavras estrategicamente super alinhadas de seu criador, Raphael Krás, de 24 anos, ex-estudante de Comunicação e agora estudante de Pedagogia:
"O Hareburger é um hamburger vegetariano feito de soja nascido no Rio de Janeiro, em Ipanema quando o alinhamento do cosmos permitiu que ele rasgasse a estratosfera como um cometa reluzente para poder alimentar as pessoas com alegria e saúde.
Ele nasceu em 2006 com vendas na praia de Ipanema. Agora, além de continuar as vendas em Ipanema, são realizadas hare entregas por toda a praia do Arpoador ao Leblon, através do Harephone (94061666). Também são feitas entregas a domicílio e encomendas para festas e eventos cosmotrônicos.
O Hareburger é a adaptação perfeita de alegria cósmica, sabor e saúde.
A variação energética favorita da turma é a Tradicional, que consiste em pão com gergelins - que são como estrelinhas cintilantes - hareburger, uma fina camada de queijo dimensional, tomates orgânicos psicodélicos, alface crocante sinestésica e mostarda transcendental com ervas finas."
O Hareburger tem perfil no Facebook (Hare Burger) e no Twitter (@hareburger). O site www.hareburger.com está em "construção galática"...
Essa é uma prova de que para fazer um produto diferenciado não é preciso investir milhões, basta "apenas" ser criativo. E, claro, captar a energia dos possíveis clientes. Parabéns, Rapha!
Ficamos de papo com o Hare Cara, que se chama Rapha. E eu achei sensacional a proposta dele, uma verdadeira "empresa que encanta", portanto estou divulgando.
Rapha bolou uma ótima estratégia para posicionar os seus produtos. Ele não vende sanduíches na praia. Ele vende a "adaptação perfeita de alegria cósmica, sabor e saúde". Fala sério, isso é sensacional! Uma tiração de onda irada, super a cara da zona sul do Rio!
Pedi a Rapha que me mandasse um email explicando como surgiu a ideia e eis o Hareburger nas palavras estrategicamente super alinhadas de seu criador, Raphael Krás, de 24 anos, ex-estudante de Comunicação e agora estudante de Pedagogia:
"O Hareburger é um hamburger vegetariano feito de soja nascido no Rio de Janeiro, em Ipanema quando o alinhamento do cosmos permitiu que ele rasgasse a estratosfera como um cometa reluzente para poder alimentar as pessoas com alegria e saúde.
Ele nasceu em 2006 com vendas na praia de Ipanema. Agora, além de continuar as vendas em Ipanema, são realizadas hare entregas por toda a praia do Arpoador ao Leblon, através do Harephone (94061666). Também são feitas entregas a domicílio e encomendas para festas e eventos cosmotrônicos.
O Hareburger é a adaptação perfeita de alegria cósmica, sabor e saúde.
A variação energética favorita da turma é a Tradicional, que consiste em pão com gergelins - que são como estrelinhas cintilantes - hareburger, uma fina camada de queijo dimensional, tomates orgânicos psicodélicos, alface crocante sinestésica e mostarda transcendental com ervas finas."
O Hareburger tem perfil no Facebook (Hare Burger) e no Twitter (@hareburger). O site www.hareburger.com está em "construção galática"...
Essa é uma prova de que para fazer um produto diferenciado não é preciso investir milhões, basta "apenas" ser criativo. E, claro, captar a energia dos possíveis clientes. Parabéns, Rapha!
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domingo, 18 de julho de 2010
Da importância de sonhar
Esse post é um parêntese ao que sempre escrevo por aqui. Poderia estar postado no meu outro blog, Pílulas de Delicadeza. Mas postarei aqui porque quero fazer referência a um post anterior daqui que vai na mesma linha de pensamento.
Em abril, postei um vídeo com Kevin Roberts, o criador do conceito de Lovermarks, que defendia que a moeda do futuro é a ideia. E que as ideias são baseadas em emoções, não na razão. Porque a racionalidade leva à conclusão, enquanto a emoção leva à ação. E Kevin sempre ilustra esse conceito dizendo que as pessoas comentam sobre o discurso de Martin Luther King porque ele disse que tinha um sonho. E brinca: ninguém comentaria o discurso dele se ele tivesse dito "I have a mission" em vez de "I have a dream". Porque pessoas não "compram missões ou estratégias", pessoas "compram sonhos". Missões corporativas, em geral, são muito frias e distantes do cotidiano das pessoas.
Pois bem, ontem eu "conversei" via Twitter com Eike Batista. Quem me acompanha sabe que vira e mexe eu estou comentando algo sobre Eike, porque sou fascinada pela figura dele. E aí quando Nanda viu que Eike tinha me respondido, na hora ela percebeu o quanto eu iria gostar daquela resposta. E quando ela comentou sobre o feito, ela se referiu a sonho. :-)
Trazendo isso para o mundo corporativo, a lição que fica é: empresas, mantenham as suas estratégias (lembrando que estratégia não se muda a toda hora, é de longo prazo), mas comuniquem os seus sonhos! O de Eike é chegar aonde ninguém chegou antes. Com isso, ele atrai milhares de jovens talentosos que compartilham do mesmo desejo de superação.
E o seu sonho, qual é?
Em abril, postei um vídeo com Kevin Roberts, o criador do conceito de Lovermarks, que defendia que a moeda do futuro é a ideia. E que as ideias são baseadas em emoções, não na razão. Porque a racionalidade leva à conclusão, enquanto a emoção leva à ação. E Kevin sempre ilustra esse conceito dizendo que as pessoas comentam sobre o discurso de Martin Luther King porque ele disse que tinha um sonho. E brinca: ninguém comentaria o discurso dele se ele tivesse dito "I have a mission" em vez de "I have a dream". Porque pessoas não "compram missões ou estratégias", pessoas "compram sonhos". Missões corporativas, em geral, são muito frias e distantes do cotidiano das pessoas.
Pois bem, ontem eu "conversei" via Twitter com Eike Batista. Quem me acompanha sabe que vira e mexe eu estou comentando algo sobre Eike, porque sou fascinada pela figura dele. E aí quando Nanda viu que Eike tinha me respondido, na hora ela percebeu o quanto eu iria gostar daquela resposta. E quando ela comentou sobre o feito, ela se referiu a sonho. :-)
Trazendo isso para o mundo corporativo, a lição que fica é: empresas, mantenham as suas estratégias (lembrando que estratégia não se muda a toda hora, é de longo prazo), mas comuniquem os seus sonhos! O de Eike é chegar aonde ninguém chegou antes. Com isso, ele atrai milhares de jovens talentosos que compartilham do mesmo desejo de superação.
E o seu sonho, qual é?
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
"Deixa eu dizer que te amo... uuu Deixa eu gostar de você..."
Pois bem, fiquei cantando a música chiclete de Marisa Monte depois que li o post "As coisas boas do Brasil" sobre o serviço no nosso país. Nele, Stella Pelissari diz:
"Como o serviço é bom no Brasil! Sempre foi, mas como tudo na vida, percebemos mais as coisas, quando não as temos. Sim, no Brasil as lojas perfumam sacolinhas antes de entregar o produto, te acompanham até a porta, estão atentas ao teu pedido, te escutam, perguntam o teu nome, te oferecem café, água e até champanhe... Levam as coisas até o carro e até te ligam alguns minutos depois para que você não fique pendurado no telefone na fila de espera para confirmar o vôo... (isso eu achei incrível. Parabéns Gol)!"
Sim, não tenho como negar que muitos atendentes por aqui são mais atenciosos que muitos atendentes europeus (ela mora em Paris, acho). Tal comportamento tem a ver com a nossa cultura mais calorosa mesmo. Mas vamos combinar que nem sempre é assim, né? E é por isso que quem tem atitudes diferenciadas acaba encantando mais os seus clientes que a concorrência. Sem contar que quando essas atitudes não estão alinhadas com as expectativas dos clientes, acabam saindo pela culatra. Quem nunca se chateou com uma vendedora sendo invasiva por tentar ser extremamente simpática que levante a mão!Em outras palavras: a chave para o sucesso é descobrir o que o cliente deseja e, independente do estilo de tratamento que o prestador de serviço adotar (seja mais envolvente ou mais objetivo), manter sempre a cordialidade e o equilíbrio.
PS: O título desse post não tem nada de jornalístico, mas como isso aqui é um blog, me permito uma enrolaçãozinha de vez em quando. :-)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O "filme de Lula" precisa de (mais) ação de marketing?
Li agora uma notícia de que uma ação de marketing seria realizada no último fim de semana para divulgar o filme sobre Lula nas ruas do Rio de Janeiro e de São Paulo.
A ideia era a de recriar um cenário de interior nordestino, com repentistas interagindo com as pessoas que passavam pela rua para despertar o desejo de assistirem o filme (veja mais clicando aqui).
E me pergunto: será que o "filme de Lula" ainda precisa desse tipo de ação? Ok, legal despertar interesse de formas não convencionais. Mas, precisava mesmo? Não seria uma banalização da técnica de tentar surpreender as pessoas? Ou seria isso uma forma de fugir da propaganda convencional para não serem acusados de estarem fazendo propaganda política?
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Mais "dreams come true" nas lojas Disney
Muitos acham que as lojas da Disney cumprem a sua função essencial ao expor e vender as miniaturas dos bonecos e tantos outros objetos que levam a marca Disney, não? Mas para o departamento de marketing da Disney, suas lojas pareciam lojinhas de museu. E isso não bastava! Eles querem que as pessoas que vão às lojas sintam/vivam a experiência mágica da Disney por completo. Que interajam com os personagens via satélite, que se fantasiem como quiserem.
Uma revolução nas lojas Disney vem aí e conta com a ajuda de ninguém menos que Steve Jobs e a experiência das lojas Apple. Algo me diz que depois que o Imagination Park for instaurado, o faturamento das lojas Disney vai subir que é uma beleza. Querem apostar?
Clique aqui e veja de onde tirei este post.
PS: As mudanças chegam em boa hora. Prestem atenção ao comentário da menina logo depois que a atendente pergunta se ela quer alguma coisa: "she scared me" - ela me assustou!
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Buenos Aires tem gosto de Havanna, claro
Eu bem que tentei fugir do clichê e dizer que Buenos Aires tinha gosto de "tealosophy", mas me decepcionei quando cheguei na loja da Galeria Promenade e me dei conta de que lá não havia um espaço para degustação das iguarias que são vendidas, e às quais eu fui apresentada há tempos no Brasil pela TV. Na matéria que vi, a dona falava de como fazia as combinações de chá (parecia alquimia) e que a loja inteira exaltava o chá como uma filosofia. Bueno, guardei o nome para quando fosse à Argentina visitá-los. Pero saí da loja com duas latinhas de chá na mão e a sensação de "não era nada disso o que eu imaginava", mas ok, valeu a visita.Por outro lado, se antes eu já amava os alfajores Havanna, depois da minha visita à loja do Caminito, estou ainda mais apaixonada! Os vendedores são os mais simpáticos que vi em Buenos Aires (nenhum deles me disse o "claro" tão seco e típico da ciudad) e o posicionamento da marca é muito bom! Como se poderia sair de Buenos Aires achando que há outro alfajor melhor do que o Havanna? Ele é acessível, é gostoso, é bonito...
Além disso, Havanna tem tudo para deixar o seu dia mais doce, com muito capricho. Preferi a filosofia de massa Havanna à de Inés - tão pretensiosa, mas que não foi capaz de me proporcionar um "magic moment".
PS: O post fica sem foto da tealosophy porque a vendedora não me permitiu tirar fotos na loja.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Recife tem gosto de Anjo Solto
Esses dias dei um pulo em Recife e voltei querendo registrar um exemplo de empresa que encanta, já que este blog pretende mostrar o que faz as empresas ficarem bem na mente dos consumidores.
Tem quem só consiga associar Pernambuco a bolo de rolo, mas para mim, Recife tem gosto mesmo é de Anjo Solto. No Anjo, eu me sinto em casa há bons dez anos. É o lugar que marco para encontrar os amigos, para comemorar meu aniversário, que me sinto acolhida, onde jogo conversa fora mesmo quando vou sozinha (quem trabalha lá vira amigo) e ouço música boa.
Quando fui em Paris, provei um monte de crepes só para ter certeza que nenhum supera o do Anjo. A massa dos crepes do Anjo é leve, o recheio é cuidadoso, os nomes dos pratos são divertidos (o cardápio é todo montado com nomes de personagens locais). O Anjo, com sua musiquinha lounge psicodélica e sua iluminação quente, tem cheiro de liberdade e drinks que acertam em cheio sem inventar muito ou pesar no bolso.
Só indo lá para entender.
Aliás, nesta minha última visita, fui surpreendida com um crepe surpresa (com massa de cereja e recheio de doce de leite), preparado e entregue a mim pelo meu amigo que trabalha lá. Se não bastasse (vejam a minha cara de deleite devorando o presente), voltei para casa com um CD que comemora os 13 anos que o Anjo completou há uns dias. Fui dormir leve e feliz.
Em suma: o Anjo Solto bombardeia seus clientes de boas lembranças. E mexe não só com o paladar, mas com todos os sentidos. Receita imbatível de sucesso.
Tem quem só consiga associar Pernambuco a bolo de rolo, mas para mim, Recife tem gosto mesmo é de Anjo Solto. No Anjo, eu me sinto em casa há bons dez anos. É o lugar que marco para encontrar os amigos, para comemorar meu aniversário, que me sinto acolhida, onde jogo conversa fora mesmo quando vou sozinha (quem trabalha lá vira amigo) e ouço música boa.
Quando fui em Paris, provei um monte de crepes só para ter certeza que nenhum supera o do Anjo. A massa dos crepes do Anjo é leve, o recheio é cuidadoso, os nomes dos pratos são divertidos (o cardápio é todo montado com nomes de personagens locais). O Anjo, com sua musiquinha lounge psicodélica e sua iluminação quente, tem cheiro de liberdade e drinks que acertam em cheio sem inventar muito ou pesar no bolso.
Só indo lá para entender.
Aliás, nesta minha última visita, fui surpreendida com um crepe surpresa (com massa de cereja e recheio de doce de leite), preparado e entregue a mim pelo meu amigo que trabalha lá. Se não bastasse (vejam a minha cara de deleite devorando o presente), voltei para casa com um CD que comemora os 13 anos que o Anjo completou há uns dias. Fui dormir leve e feliz.
Em suma: o Anjo Solto bombardeia seus clientes de boas lembranças. E mexe não só com o paladar, mas com todos os sentidos. Receita imbatível de sucesso.
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