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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mais comunicação para maior competitividade

Olá olá, pessoal!
 
É com muita alegria que informo que ontem foi publicado meu primeiro texto na minha nova coluna no site da Aberje, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.
 
Este primeiro texto falou sobre como a Comunicação Estratégica pode ser importante para deixar o Brasil mais competitivo. 
 
Eis um trecho:
 
"No último dia 07 de setembro, Dilma, em cadeia nacional, afirmou que aumentar a competitividade brasileira havia se tornado uma das metas do governo dela.
 
Disse a Presidenta: “o nosso (...) modelo de desenvolvimento tem se apoiado em três palavrinhas mágicas: estabilidade, crescimento e inclusão. Com elas, o Brasil tem conseguido crescer e, ao mesmo tempo, distribuir renda. (...) Para tornar nosso modelo mais vigoroso,(...) vamos, a partir de agora, incorporar uma nova palavra a este tripé. A palavra é COMPETITIVIDADE. Na verdade, é mais que uma nova palavra: é um novo conceito, uma nova atitude.”
 
Já era hora de falarmos em competitividade. Em pesquisas internacionais, o Brasil é sempre apontado como um país pouco competitivo, seja pela alta carga tributária, seja pela burocracia que ainda impera nessas bandas e deixa tudo mais difícil, mais moroso.
 
Eu aqui com os meus botões fiquei pensando que será muito mais difícil ter o aumento da competitividade das empresas brasileiras e do país como um todo sem investimento em Comunicação. Comunicação com C maiúsculo, Comunicação Estratégica. Com mais e melhor Comunicação podemos ter maiorcooperação em vez de competição interna e, com isso, poderemos ser mais competitivos no que realmente importa. Isso acontece porque a comunicação estreita laços, compartilha ideais e faz sonhar em conjunto. Deste modo, arestas são aparadas e grupos passam a trabalhar para alcançar um objetivo comum."
 
Veja o texto completo clicando aqui

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mudando o nome da empresa: InPar vira Viver

Acabo de ler que a construtora InPar passará a se chamar Viver. A mudança do nome seria o reflexo de todas as transformações que ocorreram na empresa recentemente. Originalmente uma empresa familiar (InPar - Incorporações Parizotto), a construtora acabou comprada pelo fundo americano Paladin após sucessivas crises financeiras.

Os fundadores saíram do comando da empresa e ela ganhou outra identidade corportiva. Ela poderia ter se reinventado. Mas o caminho escolhido parece ser o de mudança radical, pois apaga qualquer vestígio da antiga InPar.

Mudanças radicais assim são trabalhosas e custam caro. Não apenas pelos gastos com implantação e comunicação da nova marca para o mercado. Mas por todo o processo de adequação interna que é necessário para que haja alinhamento dos funcionários a uma nova identidade corporativa. Para que a empresa aja realmente como Viver e não mais como InPar. Esse trabalho interno nem sempre é feito. E quando não é feito, a mudança de nome não traz nenhum benefício à empresa. É como se a empresa tivesse gasto uma grana com uma roupa nova que ficará esquecida no guarda-roupa porque não cabe nela.

Tomara que a nova Viver saiba conduzir com maestria a decisão tão corajosa pela qual optou.