Mostrando postagens com marcador Esportes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esportes. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de junho de 2010

Cerveja e atletas: mistura que não combina!



A jornalista Ana Prôa diz em seu blog que não quer ser Brahmeira durante a Copa. Eis a provocação dela:

"E fico pensando por que cargas d’agua a Fifa aceitou a Brahma como patrocinadora de um evento que deveria ser associado à saúde, não a bebedeiras. (...) Pelamordedeus! Quem muito bebe, pouco treina! Bem disse o nosso ministro da Saúde hoje, na coluna do Ancelmo, no O Globo, ao afirmar que acredita que o Brasil irá levar o caneco, but... “A única coisa que me incomoda nesta Copa é esta campanha ‘brahmeiro’. A sociedade precisa discutir essa questão. A Copa é um evento que mobiliza crianças e jovens.” É isso aí, Temporão!"

E ela continua:

"Ok, ok... Pode parecer hipocrisia da minha parte levantar essa bandeira, porque gosto de uma cervejinha na hora certa, com as pessoas certas, sem exagero. Mas, sinceramente, acho que esporte é algo que deve ser visto de um ângulo oposto: ele salva os jovens. Tira deles o foco das drogas, da bebida, da vida desregrada... E aí vem um fabricante de cerveja querer associar bebida a futebol... Não dá, gente!"

O que você acha?  

Eu nunca tinha me questionado sobre a coerência de fabricantes de bebidas alcoólicas patrocinarem eventos de esporte. Talvez porque isso sempre tenha sido assim, me soava natural, olha o perigo! Mas acho que é hora de pensarmos a respeito sim. As bebidas fazem parte da festa, mas não devem ser associadas aos atletas. O approach deveria ser outro. 

Acompanhe o Leitura de Prôa aqui

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Como comunicar os esportes no País do Futebol?



Os esportes estão profissionalizando seus processos e atraindo cada vez mais investidores. Acabei de ler um texto que ressalta que aproximadamente 75% dos patrocínios concedidos no mundo se concentram nos esportes. E o autor continua com dados que enchem os olhos:

*  Os direitos comerciais da Copa da África Sul rendenram 30% mais à Fifa do que os da Copa da Alemanha, que já tinham sido considerados "assombrosos" na época.
* Em média, cada jogo da última Copa teve 93 milhões de telespectadores.
* Em relação à Copa de 2014, no Brasil, a Fifa espera faturar 2,87 bilhões de Euros.

Diante desses números, a pergunta que não quer calar é: "o que os profissionais de comunicação podem fazer para aproveitar essa onda de oportunidades?" Eu tenho vários projetos mirabolantes. Quem se interessar, eu conto num brunch.

Para ver o texto "O mundo é uma bola", de Fernando Trevisan, clique aqui.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O peso das marcas dos times brasileiros

Começo o ano com um post sobre futebol porque sempre me perguntei quanto o Flamengo valeria se só contasse com os recursos que um time do interior de onde Judas perdeu as botas conta. Será que ainda teria o peso que tem? Certamente não. Mas enfim, deixemos de enrolação que ninguém tem tempo a perder nem gosta de abelha que faz cera.

Vi no UpdateorDie (aliás, que nome fantástico para um blog, não?) o ranking das marcas dos clubes de futebol brasileiro, levantado pela Crowe Horwath. E os números impressionam. O Flamengo chega a valer quatro vezes o Santos, enquanto o Grêmio vale quase dois Fluminenses...

O que faz a marca de um time valer tão mais que a de outro não é a quantidade de títulos conquistados, ou o tamanho da torcida, ou a qualidade dos jogadores. É isso tudo junto. E ainda como o time gerencia sua marca, como lida com patrocinadores, como trata os produtos que são extensão da marca.

Meu Náutico, coitado, nem aparece na lista!

Veja a matéria do Globo Esporte, de onde tirei o gráfico acima, clicando aqui.

Feliz 2010!