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terça-feira, 11 de outubro de 2011
A reputação da Pizzaria Brasília
Sabe aquela piada de que em Brasília tudo acaba em pizza? Pois bem, recebi dia desses na minha caixa de correio um encarte de uma pizzaria perto da minha casa que ganha dinheiro com esta ideia.
Claro que guardei o assunto para um post aqui, né?
Na pizzaria "Ministério das Pizzas" ninguém sabe distinguir o Congresso dos Ministérios (prestem atenção à logomarca!!!), mas, ainda assim, tem-se a certeza de que tudo acaba em pizza. No cardápio, há pizza de tudo o que você puder imaginar... A do "abastecimento', por exemplo, tem carne seca e catupiry, a do "desenvolvimento" tem lombinho canadense, bacon, azeitona e não sei mais o quê... E por ai vai!
Nada escapa! Tudo virou pizza: promotoria, meio-ambiente, planejamento, saúde, mensalão, solidariedade, votação, cidadania e educação. Seria cômico, se não fosse trágico!
Deu fome? Passa lá qualquer dia desses! Quem sabe a gente se encontra na filial de Botafogo! E discute um pouquinho da reputação de Brasília, coitada, que já nasceu mal falada por tantos!
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Brasileiro é quem mais lê jornais via tablets e smartphones no mundo
"De acordo com levantamento da ComScore, empresa global que mensura dados de internet, o leitor brasileiro responde pela maior quantidade de acessos a jornais por meio de aparelhos eletrônicos, como tablets e smartphones, exceto computadores.
O tráfego em sites de empresas jornalísticas é maior no Brasil do que no Chile, por exemplo, eleita a segunda nação mais interessada em acompanhar a imprensa fora da rede de computadores e notebooks, e duas vezes superior ao número de visitas atingidas por japoneses.
O fluxo de usuários brasileiros interessados em procurar notícias com iPads, por exemplo, é superior, mas a concentração nacional de tráfego na internet por meio do tablets ainda é baixa, somente 0,8%. Em celulares, a porcentagem é semelhante: 1%.
A maior parte desta procura (31%) por conteúdo digital é proveniente de aparelhos da Apple, como iPod e iPad, enquanto os usuários da plataforma Android respondem por apenas 1,6% destas visitas. Numa escala mundial, os dispositivos da Apple garantem o tráfego de 89% de visitas a jornais.
Rede de computadores
Ao que tange o acesso a conteúdo em computadores, a Argentina lidera mundialmente esta lista com 98,6% do seu tráfego proveniente deste tipo de aparelho. Na sequência, o Brasil aparece novamente entre os primeiro, mas desta vez empatado com a Alemanha (98,1%)."
Fonte: Comunique-se :: No mundo, brasileiro é quem mais lê jornais via tablets e smartphones
O tráfego em sites de empresas jornalísticas é maior no Brasil do que no Chile, por exemplo, eleita a segunda nação mais interessada em acompanhar a imprensa fora da rede de computadores e notebooks, e duas vezes superior ao número de visitas atingidas por japoneses.
O fluxo de usuários brasileiros interessados em procurar notícias com iPads, por exemplo, é superior, mas a concentração nacional de tráfego na internet por meio do tablets ainda é baixa, somente 0,8%. Em celulares, a porcentagem é semelhante: 1%.
A maior parte desta procura (31%) por conteúdo digital é proveniente de aparelhos da Apple, como iPod e iPad, enquanto os usuários da plataforma Android respondem por apenas 1,6% destas visitas. Numa escala mundial, os dispositivos da Apple garantem o tráfego de 89% de visitas a jornais.
Rede de computadores
Ao que tange o acesso a conteúdo em computadores, a Argentina lidera mundialmente esta lista com 98,6% do seu tráfego proveniente deste tipo de aparelho. Na sequência, o Brasil aparece novamente entre os primeiro, mas desta vez empatado com a Alemanha (98,1%)."
Fonte: Comunique-se :: No mundo, brasileiro é quem mais lê jornais via tablets e smartphones
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
O valor dos símbolos da sorte
| O símbolo vermelho trouxe 20% de valorização overnight. |
A matéria comentava sobre a valorização dos vinhos depois que os chineses começaram a investir pesado nesse mercado. Ou, em outras palavras, passaram a pagar verdadeiras fortunas por um gole das bebidas de safras mais especiais.
E aí, perdido no meio do parágrafo, tinha a seguinte passagem:
"o anúncio de que as garrafas do Lafite 2008 teriam em destaque o número oito na garrafa chinesa, um símbolo de sorte, fez com que seus preços subissem 20% em um só dia."Nada como aproveitar os símbolos locais para fazer bonito nos negócios, não é?
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Como nasce um símbolo nacional
Você sabe como surgiu o brigadeiro? Pois bem, este fim de semana eu descobri que o brigadeiro nasceu em uma campanha política, para arracadar fundos para um candidato! Acredita?
É, eu também pensei na hora: "como assim, Bial?"
O docinho que hoje está presente em todas as festas de aniversário de criança (e que toca o terror nas dietas dos adultos) nasceu na campanha presidencial de 1946. O Brigadeiro Eduardo Gomes era candidato pela UDN e, reza a lenda, era bonitão e solteiro.
Naquela época, o must das eleições não era fazer campanha online. Mas as redes sociais já dominavam a cena e muitas festas eram oferecidas para os candidatos, principalmente para arrecadação de fundos. O brigadeiro de chocolate teria nascido nessas festas. E como se vê, foi o grande vencedor da eleição de 1946, que elegeu o General Eurico Gaspar Dutra.
O brigadeiro foi uma jogada de marketing sensacional! E prova que o que faz a diferença mesmo é a criatividade.
É, eu também pensei na hora: "como assim, Bial?"
O docinho que hoje está presente em todas as festas de aniversário de criança (e que toca o terror nas dietas dos adultos) nasceu na campanha presidencial de 1946. O Brigadeiro Eduardo Gomes era candidato pela UDN e, reza a lenda, era bonitão e solteiro.
Naquela época, o must das eleições não era fazer campanha online. Mas as redes sociais já dominavam a cena e muitas festas eram oferecidas para os candidatos, principalmente para arrecadação de fundos. O brigadeiro de chocolate teria nascido nessas festas. E como se vê, foi o grande vencedor da eleição de 1946, que elegeu o General Eurico Gaspar Dutra.
O brigadeiro foi uma jogada de marketing sensacional! E prova que o que faz a diferença mesmo é a criatividade.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Polindo a imagem para ganhar mais confiança
Claro que se não tiver conteúdo, não adianta estar bonitinha por fora.
Mas achei a iniciativa bem legal! E você?
segunda-feira, 22 de março de 2010
O arroba é uma obra de arte
Por tudo o que ele representa na revolução digital, achei fantástico!
A arte está em toda parte. E, principalmente, no que não se pode comprar.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Lula é sinônimo de mentiroso?
Gente, tô morrendo de rir do email que o meu amigo Leandro Buenavila mandou.
Dizia apenas: "Digita "Mentiroso" no Google e veja o primeiro resultado. ; )"
Brincadeiras a parte, isso pega mal, muito mal para a imagem de Lula.
Principalmente em ano de eleição!
E aí, assessoria do Presidente, vocês vão processar o Google que nem Preta Gil fez quando soube que seu nome era indicado como sinônimo de gorda nas buscas de imagem?
Ou é melhor fingir que não viu para não gerar mais buzz?
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Adobe Air e a modernização das revistas digitais
Semana passada, a Adobe apresentou as "mais modernas" possibilidades que as revistas digitais podem ter para surpreender os leitores e atingi-los de novas maneiras. Seria mais ou menos isso aí que está no vídeo, no protótipo da Wired.
Para ver o release da Adobe e ter mais informações sobre a New Digital Magazine Experience, clique aqui.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Não se esqueça de mim, não se perca de mim...
Aproveito o Carnaval para dar uma forcinha ao Ministério da Saúde na luta contra a Aids.
Se bem que uma campanha ao tom de "Chuva, Suor e Cerveja" seria mais divertida e mais a cara do Carnaval, não?
Bom carnaval a todos e U-HU, CAMISINHA! :-)
Se bem que uma campanha ao tom de "Chuva, Suor e Cerveja" seria mais divertida e mais a cara do Carnaval, não?
Bom carnaval a todos e U-HU, CAMISINHA! :-)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Internet para o Nobel da Paz
A Internet (sim, nesse caso preciso usar maiúscula em respeito à moça!!!) está concorrendo ao Prêmio Nobel da Paz.
Depois de agraciar Obama (e deixar muita gente de queixo caído), parece-me que os responsáveis pelo prêmio estão dispostos a revolucionar e gerar um bom buzz. Maravilha!
"A candidatura da internet foi proposta pela versão italiana da revista "Wired". A justificativa dada é que a ferramenta trouxe avanços para o "diálogo, debate e consenso completo da comunicação" e na promoção da democracia".
Gostei!
Veja mais aqui.
Aninha, valeu pela dica!
Depois de agraciar Obama (e deixar muita gente de queixo caído), parece-me que os responsáveis pelo prêmio estão dispostos a revolucionar e gerar um bom buzz. Maravilha!
"A candidatura da internet foi proposta pela versão italiana da revista "Wired". A justificativa dada é que a ferramenta trouxe avanços para o "diálogo, debate e consenso completo da comunicação" e na promoção da democracia".
Gostei!
Veja mais aqui.
Aninha, valeu pela dica!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Hein? Fuck Wear é uma marca?
Acabei de ler a seguinte pérola:
"A Tudo em Pauta - Comunicação Integrada assumiu a conta da marca Fuck Wear, empresa do segmento de óculos escuros."
E me perguntei? "Como assim? What the f***!
"Fuck Wear' é uma marca? E de óculos escuros?
A nota explicava:
"A marca chegou ao mercado em 2005, sob o comando de Alessandro Damasceno. A empresa tem atualmente mais de 120 modelos de óculos escuros e já se prepara para disponibilizá-los, também, via internet por e-commerce."
Fiquei pensando a que público esses oculos se destinam... Como a assessoria de imprensa vai fazer para divulgar tal marca, visto que pode haver rejeição dos veículos de comunicação ou ainda um tratamento irônico.... Este é um caso clássico de marca que pode ficar facilmente conhecida pela população, mas tal awareness pode não vir acompanhado de volume substancial de vendas.
Se ainda fosse uma marca de camisinhas, o trabalho ficaria bem mais facil! hehehe
Vai ser preciso muito cuidado para que a marca não caia na armadilha da "Surubrand", literalmente!
PS: não achei o site da Fuck Wear para xeretar os modelos.
"A Tudo em Pauta - Comunicação Integrada assumiu a conta da marca Fuck Wear, empresa do segmento de óculos escuros."
E me perguntei? "Como assim? What the f***!
"Fuck Wear' é uma marca? E de óculos escuros?
A nota explicava:
"A marca chegou ao mercado em 2005, sob o comando de Alessandro Damasceno. A empresa tem atualmente mais de 120 modelos de óculos escuros e já se prepara para disponibilizá-los, também, via internet por e-commerce."
Fiquei pensando a que público esses oculos se destinam... Como a assessoria de imprensa vai fazer para divulgar tal marca, visto que pode haver rejeição dos veículos de comunicação ou ainda um tratamento irônico.... Este é um caso clássico de marca que pode ficar facilmente conhecida pela população, mas tal awareness pode não vir acompanhado de volume substancial de vendas.
Se ainda fosse uma marca de camisinhas, o trabalho ficaria bem mais facil! hehehe
Vai ser preciso muito cuidado para que a marca não caia na armadilha da "Surubrand", literalmente!
PS: não achei o site da Fuck Wear para xeretar os modelos.
sábado, 7 de novembro de 2009
Quem não tem cão caça com gato?
"Ao contrário de outros países em que a população migra automaticamente para os meios digitais, alguns locais no interior da Inglaterra têm vivido situação inusitada e retornado a formatos antigos de comunicação.
Trecho de: Panfletos para manter comunicação, na contramão da revolução digital, por João Casotti, para o Nós da Comunicação.
Bedworth, a 163 km de Londres, com cerca de 35 mil habitantes, é um desses exemplos. O jornal local, ‘Bedworth Echo’, publicou sua última edição semanal em 10 de julho. Com seu fim, os cidadãos foram obrigados a recorrer a uma alternativa para manter viva a circulação de informações locais: a entrega de panfletos e boletins, feita pelas ruas e nas residências da cidade por políticos, ativistas e também pelo Centro Cívico.
“A cidade é pobre, e as pessoas não estão familiarizadas com computadores”, disse Anne Tippett, que trabalha no Centro Cívico, tentando explicar o motivo para a cidade não ter sequer um blog local. (...)
Reportagens que eram comuns no jornal local envolvendo peças escolares, encontros da associação de veteranos da guerra da Coreia ou competições esportivas da cidade deixaram de ser publicadas. A alternativa foi recorrer aos panfletos e boletins para manter a comunidade informada."
Trecho de: Panfletos para manter comunicação, na contramão da revolução digital, por João Casotti, para o Nós da Comunicação.
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