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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Embalagem também é comunicação
Embalagem também é comunicação e pode tirar muitos pontos da reputação de uma empresa. Pense nisso!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Mudando o nome da empresa: InPar vira Viver
Acabo de ler que a construtora InPar passará a se chamar Viver. A mudança do nome seria o reflexo de todas as transformações que ocorreram na empresa recentemente. Originalmente uma empresa familiar (InPar - Incorporações Parizotto), a construtora acabou comprada pelo fundo americano Paladin após sucessivas crises financeiras.
Os fundadores saíram do comando da empresa e ela ganhou outra identidade corportiva. Ela poderia ter se reinventado. Mas o caminho escolhido parece ser o de mudança radical, pois apaga qualquer vestígio da antiga InPar.
Mudanças radicais assim são trabalhosas e custam caro. Não apenas pelos gastos com implantação e comunicação da nova marca para o mercado. Mas por todo o processo de adequação interna que é necessário para que haja alinhamento dos funcionários a uma nova identidade corporativa. Para que a empresa aja realmente como Viver e não mais como InPar. Esse trabalho interno nem sempre é feito. E quando não é feito, a mudança de nome não traz nenhum benefício à empresa. É como se a empresa tivesse gasto uma grana com uma roupa nova que ficará esquecida no guarda-roupa porque não cabe nela.
Tomara que a nova Viver saiba conduzir com maestria a decisão tão corajosa pela qual optou.
Os fundadores saíram do comando da empresa e ela ganhou outra identidade corportiva. Ela poderia ter se reinventado. Mas o caminho escolhido parece ser o de mudança radical, pois apaga qualquer vestígio da antiga InPar.
Mudanças radicais assim são trabalhosas e custam caro. Não apenas pelos gastos com implantação e comunicação da nova marca para o mercado. Mas por todo o processo de adequação interna que é necessário para que haja alinhamento dos funcionários a uma nova identidade corporativa. Para que a empresa aja realmente como Viver e não mais como InPar. Esse trabalho interno nem sempre é feito. E quando não é feito, a mudança de nome não traz nenhum benefício à empresa. É como se a empresa tivesse gasto uma grana com uma roupa nova que ficará esquecida no guarda-roupa porque não cabe nela.
Tomara que a nova Viver saiba conduzir com maestria a decisão tão corajosa pela qual optou.
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